terça-feira, 22 de junho de 2010

Dia Nacional do Fusca 2010

Hoje é o grande dia para os donos e simpatizantes do Fusca. É o Dia Mundial do carro mais famoso de todos os tempos. Parabéns a todos nós, que fazemos do besouro, nosso objeto de quase idolatria!
Abaixo o porque desta data:





(Ilutração de Pascal Melet)


segunda-feira, 21 de junho de 2010

Rush - Beyond the Lighted Stage



Por: Eduardo Guimarães


Quando se pensa em uma banda de Rock mundialmente consagrada, entre as muitas coisas que podem vir à mente estão ostentação, a postura excêntrica dos integrantes, os abusos que a fama pode facilitar. Nada disso faz parte da história de uma das mais queridas e importantes bandas do Rock mundial, o Rush.

Pelo menos é a conclusão a que se pode chegar ao assistir o ótimo documentário “Beyond the Lighted Stage”, dirigido pela dupla San Dunn e Scot McFadyen. O filme foi exibido em uma sessão única na noite desta quinta-feira, 17, em algumas salas de cinemas do país. No cinema em Santo André, onde pude assistir ao filme, a sala estava cheia, mas não lotada como aconteceu com o filme “Flight 666”, dos mesmos diretores.

O filme é dividido em capítulos que basicamente retratam cada álbum ou período da carreira da banda. Tudo é contado de forma cronológica e mostra como os dois garotos estranhos da escola – Lifeson e Lee – formaram a maior banda de Rock do Canadá.

A formação da banda, o encontro com o primeiro baterista - John Rutsey - os primeiros bailes escolares, os bares, o primeiro disco. Tudo é contado através de fotos, gravações e depoimentos raros de arquivo e também recentes, feitos especialmente para o filme.

Diversos artistas dão depoimentos no documentário. Alguns apenas comentam sobre como o fascínio pela música do Rush os influenciaram, como Kirk Hammet, Sebastian Bach e Mike Portnoy. Outros colaboram para desfazer qualquer possível estereótipo de rockstars.

Gene Simmons, em um dos diversos momentos cômicos do filme, comenta sobre lembranças de uma turnê do Kiss feita pelos Estados Unidos que contou com abertura do Rush. Segundo Simmons, enquanto ele - desprovido de beleza - encarava filas de garotas ávidas por noitadas de sexo, os membros do Rush estavam nos quartos assistindo TV. Estilos diferentes.

Um dos momentos esclarecedores do filme é quando é falado sobre a saída de John Rutsey. A saída o músico não foi por motivos pessoais, falta de comprometimento ou limitações técnicas. A saúde frágil do baterista e o início do sucesso e das turnês pelos Estados Unidos motivaram a dispensa de John Rutsey.

Foi aí que o grupo encontrou um outro cara estranho, tímido, fã de literatura, que trabalha com o pai em uma loja e tocava em outra banda da região: Neil Peart.

Olhando para trás em suas próprias histórias, os músicos analisam suas evoluções, comentam sobre as composições que foram se tornando mais longas e técnicas, as mudanças na sonoridade ao longo da carreira, o excesso de teclados no final dos anos 80 e o retorno ao som mais direto, Rock n’ Roll, com o álbum “Counterparts”.

Pelo que se vê no filme, a carreira da banda é como um casamento feliz, sem períodos de turbulência. Só em dois momentos surge alguma nuvem negra no horizonte da banda, segundo o filme. A primeira é justamente na época dos álbuns em que os teclados ganharam destaque, na segunda metade dos anos 80.

O próprio Geddy Lee comenta que ele e Alex Lifeson tiveram alguns desentendimentos sobre o direcionamento musical, já que o guitarrista não estava feliz com todos aqueles sintetizadores. Outro momento em que o futuro da banda ficou incerto foi após a morte da filha de Neil Peart, em 1997.

Um dos momentos de maior emoção é quando a banda comenta sobre o retorno à estrada com a turnê do disco “Vapor Trails”. O destaque da turnê, citado no filme e mostrado com algumas imagens, é o show da banda em São Paulo, em novembro de 2002. 

Sim, nós que estivemos lá (eu, Ideraldo estive também!), fazemos parte da história dessa grande banda.

Copa do Mundo 2010



Jurei prá mim mesmo que não escreveria sobre a copa mais sem graça de todos os tempos, mas não dá para deixar de comentar a atitude desprezível do desprezível técnico da desprezível seleção brasileira. Grosso, mal educado, rancoroso, idiota, imbecil e  baixo, destratou o repórter Alex Escobar, justo da emissora que o endeusa. O mais estranho é que a Globo nem se deu ao trabalho de defender Escobar. Hoje no Jornal Nacional, nem uma nota sequer sobre o assunto. Desprezível atitude. Todos os meus chegados tem conhecimento de que eu torço para a seleção argentina desde a copa de 86, e são atitudes como essa que me fazem desejar que a medíocre seleção brasileira perca essa copa e o Sr. Dunga chegue por aqui com o rabo no meio das pernas, com todo o respeito que os animais que tem cauda merecem. Juro que não faço mais nenhum comentário sobre essa porcaria toda chamada copa do mundo (só volto atrás se Argentina ganhar). Para terminar, uma frase feita: quanto mais conheço Dunga, mais admiro Maradona.

domingo, 20 de junho de 2010

Final de semana da Família Fuscapoços

Neste final de semana tivemos vários eventos dignos de nota:


Sábado 19/06: Casamento de Ricardinho e Mariana:
Ontem o Clube compareceu à festa de casamento do Ricardinho e Mariana. Desejamos felicidades.






Domingo: Dia Mundial do Fusca


Para comemorar o Dia Mundial do Fusca, fizemos um evento diferente dos anos anteriores. Resolvemos fazer um almoço comemorativo à base de costela na pressão com mandioca. O local foi a residência do Sr. Washington Lopes, que gentilmente nos convidou. Fizemos uma pequena fusqueata pelo difícil trânsito de Poços de Caldas e em seguida fomos para o local do almoço. Cabe destacar a importante ajuda das companheiras dos associados, sem as quais não teríamos comida: Marcela (do Cleitinho), Marcela (do Ricardo Fonseca), Sílvia (do Ideraldo), Luana (do João Maurício), Andréa (do Paulo), Ineide (do J.Carlos), Maria Emília (do Rabelo) e Andressa (namorada do etrno não-sócio Fernão) e Daiene (namorada do Tiago). A todas o muito obrigado do Clube do Fusca. Após o almoço, todos assistiram o Jogo entre o Brasil e  a Costa do Marfim (infelizmente com a vitória do primeiro).








Domingo: Exposição de Motos Antigas na Urca


Mais uma edição da exposição organizada pelo incansável Zé Figueira, que traz muito aficcionados por motos antigas a Poços.

domingo, 13 de junho de 2010

Encontro Clube do Fusca - 13/06/10

Hoje durante nosso encontro quinzenal, fizemos duas vistorias e nosso clube ganha mais duas placas pretas: a Brasília do José Carlos Camargo e o Fusca 68 do Neliton Granato. Parabéns aos associados!















O Clube também participou de um almoço em comemoração ao início da produção do VW Brasília em Junho de 1973, organizado pelo associado Paulo Sérgio Lopes e amigos.










terça-feira, 8 de junho de 2010

T.Rex - Glam rock

O T. Rex (originalmente conhecida como Tyrannosaurus Rex, sua grafia também pode ser T Rex ou T-Rex), era uma banda de Rock inglesa formada por Marc Bolan, fundada nos anos 60 como um duo de folk rock, mas encontrou o sucesso nos anos 70 como uma banda de glam rock (*) com os hits: Get It On, "Ride A White Swan", "20th Century Boy", "Children of the Revolution", "Hot Love", "Telegram Sam" e "Metal Guru". Após o sucesso comercial minguante em meados dos anos 1970, o T.Rex terminou em 1977 após Bolan morrer em um acidente de carro.


Electric Warrior, seu sexto álbum de estúdio, é largamente considerado como um dos principais lançamentos do glam rock britânico. Alcançou o número trinta e dois nos EUA, enquanto foi o número um por várias semanas no Reino Unido, tornando-se o álbum mais vendido de 1971. Em 2003, foi classificado com o número 160 na Lista dos 500 melhores álbuns de sempre da Revista Rolling Stone.
Após um período de pouca aceitação em meados dos 1970, e o insucesso de crítica e venda dos álbuns Tanx e Futuristic Dragon, a banda ressurgiu com o lançamento do disco Dandy in the Underworld de 1977, aclamado pela critica da época. Porém, o final do grupo tornou-se inevitável após a morte de Marc Bolan em um acidente de carro ocorrido em 15 de setembro de 1977.

Discografia:
 § My People Were Fair and Had Sky in Their Hair... But Now They're Content to Wear Stars on Their Brows (1968)
§  Prophets, Seers & Sages – The Angels of the Ages (1968)
§  Unicorn (1969)
§  A Beard of Stars (1970)
§  T. Rex (1970)
§  Electric Warrior (1971)
§  The Slider (1972)
§  Tanx (1973)
§  Zinc Alloy and the Hidden Riders of Tomorrow (1974)
§  Bolan's Zip Gun (1975)
§  Futuristic Dragon (1976)
§  Dandy in the Underworld (1977)

* Glam rock foi um estilo de música criado na Inglaterra também conhecido como glitter rock, nascido no final dos anos 60 e popularizado no início dos anos 70. Era principalmente um fenômeno inglês que foi difundido em meados de 1971 e 1973. Nos EUA, o glam rock teve um menor impacto e foi apenas difundido por fãs de música nas cidades de Nova Iorque e Los Angeles.
Foi marcado pelos trajes e performances com muitos cílios postiços, purpurinas, saltos altos, batons, lantejoulas, paetês e trajes elétricos dos cantores. Eram os tempos da androginia e do glamour e suas músicas agitadas de rock n’ roll esbanjavam energia sexual, assim como uma ampla notoriedade na direção de temas heterossexuais, sobre a decadência e fama.
Os cantores de glam rock freqüentemente vestiam-se de forma andrógina, com maquiagens vistosas, trajes extravagantes. Um exemplo famoso seria David Bowie durante a fase de Ziggy Stardust e Aladdin Sane. Ambigüidade sexual percebida era em resumo uma moda: algumas bandas começaram a tocar com trajes patentemente ridículos.