terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Rock Progressivo - Rick Wakeman

Richard "Rick" Christopher Wakeman (Londres, 18 de maio de 1949) é um tecladista de rock progressivo britânico. Ele é um pianista clássico treinado, e tornou-se bastante famoso por seu virtuosismo. Nos primeiros anos de sua carreira ele foi um pioneiro no uso de teclados eletrônicos e seu nome tornou-se sinônimo de tecladista cercado por uma vasta gama de equipamentos.
Wakeman alcançou a fama em 1970 tocando com a banda The Strawbs, juntando-se ao Yes em 1971. Ele entrou e saiu da banda pelo menos quatro vezes, reflexo de um relacionamento turbulento com o grupo. Em 2002 ele voltou ao Yes pela quinta vez.

Wakeman tem uma carreira solo extremamente longa. Ele também tocou como músico convidado para artistas como Elton John, Brian May, Alice Cooper, Lou Reed, David Bowie, Ozzy Osbourne e Black Sabbath.
Rick Wakeman é considerado um dos pais do Rock Progressivo e do Rock Sinfônico. Wakeman é um tecladista brilhante, sendo considerado por muitos, como as mãos mais ágeis dentre todos os tecladistas. Utiliza pianos acústicos, elétricos e eletrônicos; sintetizadores; Minimoog; Mellotron; todos os tipos de teclados; órgãos, órgão Hammond; clavicórdios e tudo que tenha teclas.
Wakeman produziu centenas de álbuns com os mais variados temas. Desde lendas míticas da antiga Inglaterra até o Espaço Sideral, passando por reis, rainhas, temas astrológicos, trilhas sonoras para filmes dentre outros. Produziu tantos álbuns em sua carreira musical que nem mesmo o próprio tem certeza absoluta de quantos álbuns produziu ou participou ao todo.
Dois de seus filhos, Adam Wakeman e Oliver Wakeman, também seguiram a carreira de tecladistas, sendo o filho Oliver o que mais se aproxima do estilo do pai. Adam Wakeman é o atual tecladista da banda de heavy metal Black Sabbath e toca muito com o pai aparecendo em diversos álbuns e shows.
Recentemente, no final de 2008, Wakeman foi convidado formalmente pela realeza britânica para celebrar os 500 anos da ascensão de Henrique VIII ao trono inglês com um de seus espetáculos o que deu origem ao show "The Six Wives of Henry VIII Live at Hampton Court Palace" lançado em CD, DVD e Blu-Ray. O show foi realizado em um dos castelos construídos por Henrique VIII, o Hampton Court Palace e reuniu uma orquestra com 70 integrantes, um coral de 40 vozes, um quinteto de rock e diversos convidados especiais.
Rick Wakeman continua em atividade como tecladista.


Discografia

·        1971 Piano Vibrations
·        1973 The Six Wives of Henry VIII
·        1974 Journey to the Centre of the Earth
·        1975 The Myths and Legends of King Arthur and the Knights of the Round Table
·        1975 Lisztomania (Trilha Sonora)
·        1976 No Earthly Connection
·        1977 White Rock (filme)|White Rock (Trilha Sonora)
·        1977 Rick Wakeman's Criminal Record
·        1978 The Royal Philharmonic Orchestra Performs the Best Known Works of Rick Wakeman
·        1979 Rhapsodies
·        1981 The Burning (Trilha Sonora)
·        1981 1984
·        1982 Rock 'N' Roll Prophet
·        1983 Cost of Living
·        1983 G'ole!
·        1985 Silent Nights
·        1985 Live at Hammersmith
·        1985 Beyond the Planets
·        1986 Country Airs
·        1986 Crimes of Passion (Trilha Sonora)
·        1987 The Gospels
·        1987 The Family Album
·        1988 Time Machine
·        1988 A Suite of Gods
·        1988 Zodiaque
·        1989 Sea Airs
·        1989 Black Knights at the Court of Ferdinand IV
·        1990 Night Airs
·        1990 Phantom Power (Trilha Sonora)
·       1990 In the Beginning
·        1991 Rock 'n' Roll Prophet Plus (Regrav. de Rock 'n' Roll Prophet com 4 novas faixas)
·        1991 Aspirant Sunset
·        1991 Aspirant Sunrise
·        1991 Aspirant Sunshadows
·        1991 Suntrilogy
·        1991 The Classical Connection
·        1991 2000 A.D. Into the Future
·        1991 African Bach
·       1991 Softsword: King John and the Magna Charter
·        1993 Heritage Suite
·        1993 Classic Tracks
·        1993 Wakeman with Wakeman
·        1993 No Expense Spared
·        1993 The Classical Connection II
·        1993 Prayers
·        1994 Wakeman with Wakeman: The Official Bootleg
·       1994 Live on the Test
·        1994 Rick Wakeman's Greatest Hits
·        1995 The Piano Album
·        1995 The Seven Wonders of the World
·        1995 Cirque Surreal
·        1995 Romance of the Victorian Age
·        1995 King Biscuit Flower Hour
·        1995 Visions
·        1995 Simply Acoustic (Outro nome: The Piano Album)
·        1995 The Private Collection
·        1995 Almost Live in Europe
·        1996 Fields of Green
·        1996 Voyage
·        1996 The New Gospels
·        1996 Tapestries
·        1996 The Word and Music
·        1996 Orisons
·        1996 Can You Hear Me?
·        1996 Vignettes
·        1997 Tribute (Em homenagem aos Beatles)
·        1997 Voyage
·        1998 Themes
·        1999 Return to the Centre of the Earth
·        1999 The Natural World Trilogy
·        1999 The Art in Music Trilogy
·        1999 White Rock II
·        1999 Stella Bianca alla corte de Re Ferdinando
·        2000 Recollections: The Very Best of Rick Wakeman 1973-1979
·        2000 Preludes to a Century
·        2000 Chronicles of Man
·        2000 Christmas Variations
·        2000 Rick Wakeman Live in Concert 2000
·        2001 Frost in space
·        2001 Out of the Blue
·        2001 Classical Variations
·        2001 Two Sides of Yes
·        2002 The Wizard and the Forest of All Dreams
·        2002 Hummingbird
·        2002 The Yes Piano Variations
·        2002 Two Sides of Yes – Volume 2
·        2003 Out There
·        2005 Rick Wakeman at Lincoln Cathedral
·        2006 Retro
·        2007 Amazing Grace
·        2007 Retro 2
·        2007 Live at the BBC ;
·        2009 The Six Wives of Henry VIII: Live at Hampton Court Palace

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Rock - The Tragically Hip

O Tragically Hip, chamado simplesmente como The Hip, é uma banda de rock canadense de Kingston, Ontário, composta por Gordon Downie (vocal e guitarra), Paul Langlois (guitarra), Rob Baker (Bobby Baker até 1994), Gord Sinclair (baixo) e Johnny Fay (bateria). Desde a sua formação em 1983, eles lançaram 12 álbuns de estúdio, dois álbuns ao vivo, e 46 singles. Eles receberam inúmeros prêmios, incluindo 14 Juno Awards. 


O guitarrista Paul Langlois se juntou em 1986, enquanto o saxofonista Davis Manning deixou a banda no mesmo ano. Eles pegaram seu nome a partir de uma sátira do filme de Michael Nesmith, Elephant Parts. Em meados dos anos 80 eles se apresentavam em pequenas salas de música em Ontário, até serem descobertos pela MCA. Eles assinam um contrato de gravação de longo prazo com a MCA e gravam o EP auto-intitulado, The Tragically Hip.


Eles seguiram em 1989 com Up to Here. Este álbum produziu quatro singles, "Blow at High Dough”, "New Orleans is Sinking", "Boots or Hearts" e "38 Years Old". Todas as quatro canções tornaram-se ícones do rock moderno nas rádios do Canadá. Road Apples seguiu-se em 1991, produzindo três singles ("Little Bones", "Twist My Arm" e "Three Pistols") e alcançando um recorde nas paradas canadenses. Durante a turnê Road Apples , Downie tornou-se conhecido por contar histórias de ficção durante músicas como Highway Girl e New Orleans is Sinking.
O som destes dois primeiros álbuns completos é por vezes caracterizado como "blues-tinged", embora haja pontuações acústicas em ambos os discos. Enquanto a banda não conseguiu alcançar o sucesso significativo com estes dois primeiros álbuns, as suas vendas e da dominância das rádios de rock moderno em Portugal deu-lhes licença para depois explorar o seu som.
“O Hip logo lançou outro álbum, Fully Completely em 1992, que produziu os singles “Locked in the Trunk of a Car”, “Courage” e “At the Hundredth Meridian”. O Hip criou e encabeçou a primeira turnê do festival Another Roadside Attraction, tanto para agir como um veículo para o sua turnê, e promover outros atos canadenses. Muitas canções do Day For Night foram apresentadas pela primeira vez antes de sua liberação durante a turnê de 1993 Another Roadside Attraction Tour. Nautical Disaster foi tocado com freqüência no meio de New Orleans is Sinking, uma versão inicial de Thugs foi testada e Downie cantou letras de Day For Night e muitas outras canções como Grace, Too, Scared e Emergency durante esta excursão.
Day for Night foi então lançado em 1994, produzindo seis singles. Trouble at the Henhouse segui-se em 1996, produzindo cinco singles, incluindo "Butts Wigglin", que também aparece na trilha sonora do filme da trupe The Kids in the Hall, Brain Candy. Live Between Us, foi gravada na turnê seguinte em Cobo Arena, em Detroit, Michigan.
Muitos críticos e fãs consideram esta era em que a banda definida e explorou uma sonoridade única, deixando para trás toda a influência blues anterior.  Embora Fully Completely tenha começado a exploração de temas mais profundos e é devidamente altamente reverenciado, muitos críticos consideram Day for Night a arte do Hip é o mais plenamente realizados. O som aqui é normalmente chamado de "enigmático" e "escuro", enquanto o crítico MacKenzie Wilson elogia "o minimalismo de Downie”. Foi no seguimento da turnê para este álbum que a banda fez sua primeira aparição, e apenas no Saturday Night Live, em grande parte graças ao colega, ator canadense Dan Aykroyd.
Em 1998, a banda lançou seu sétimo álbum completo, Phantom Power, que produziu cinco singles. Ele ganhou o Juno Awards 1999 como Melhor Álbum de Rock e Melhor Design de Álbum. O álbum foi disco de platina três vezes no Canadá.
O ano de 2000 viu o lançamento de Music @ Work. Ele ganhou o Juno Award 2001 como Melhor Álbum de Rock. O álbum contou com vocais de back-up de Julie Doiron em algumas faixas, e alcançou a posição # 2 na Billboard canadense.


Em 2002, In Violet Light foi lançado, juntamente com três singles do álbum. Tornou-se disco de platina no Canadá.
In Between Evolution foi lançado em 2004 na posição # 1 no Canadá. Desde então, tem vendido mais de 100.000 cópias.
Em 01 de novembro de 2005, o Hip lançou um CD e DVD duplos, Hipeponymous, incluindo todos os seus singles e vídeos musicais até a data, um documentário de bastidores chamado "Macroscopic", um curta-metragem animado intitulado "The Right Whale", duas canções inéditas (" No Threat "e" The New Maybe "), um concerto de longa-metragem de novembro de 2004 That Night in Toronto, e um CD duplo de hits  Yer Favourites (selecionado on-line por 150 mil fãs). Em 8 de novembro de 2005, Yer Favourites e That Night In Toronto foram lançados individualmente.
Em 2006, outro álbum de estúdio, intitulado World Container, foi lançado, sendo especialmente produzido por Bob Rock. Ele produziu 4 singles, e alcançou o 1 º lugar nas paradas de rock canadense. A banda excursionou pelas principais cidades do Canadá, e em seguida, abrindo para o The Who em diversas datas nos EUA. A turnê do leste do Canadá, Europa e algumas cidades nos Estados Unidos ocorreram no final do ano.


Em 23 de fevereiro de 2008, o Hip retornou à sua cidade natal, Kingston, Ontário, onde estavam o primeiro ato para executar ao vivo a nova K-Rock Centre.
Em 2009, a banda voltou a trabalhar com o produtor Bob Rock, e We Are the Same foi lançado na América do Norte em 7 de Abril. Produziu 3 singles.  Para promover We Are the Same, a banda convidou George Stroumboulopoulos para uma entrevista ao vivo na The Bath House Recording Studio em Bath, Ontário (onde a maior parte do álbum foi gravada), e eles tocaram sete músicas novas, bem como versões exclusivas de cinco outras músicas. A entrevista e a performance foram transmitidas ao vivo para mais de oitenta locais de todo o Canadá.




Discografia

  • The Tragically Hip (EP) - 1987
  • Up to Here - 1989
  • Road Apples -1991
  • Fully Completely - 1992
  • Day for Night - 1994
  • Trouble at the Henhouse - 1996
  • Phantom Power - 1998
  • Music @ Work - 2000
  • In Violet Light - 2002
  • In Between Evolution - 2004
  • World Container - 2006
  • We Are the Same -  2009

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Retrospectiva do rock 2010

Retrospectiva: o Rock em 2010
Relembrando alguns fatos que marcaram o Rock n’ Roll em 2010.
Eduardo Guimarães
Redação TDM




Eles voltaram...

Para a galera na faixa dos 30 anos, uma boa notícia foi a confirmação do retorno à ativa de uma das bandas de destaque da década de 90, o Soundgarden. Depois de 12 anos a banda se reuniu novamente para o lançamento de uma coletânea com uma música inédita e uma nova turnê.

Quem também voltou oficialmente à ativa foi a senhora Courtney Love e sua banda Hole, também após mais de uma década “de molho”. O retorno aconteceu em fevereiro, na Inglaterra, e posteriormente a banda lançou o álbum “Nobody’s Daughter”.

Considerado um dos precursores do Funk Metal, o Primus também sacudiu a poeira e voltou aos palcos para uma turnê durante o verão do hemisfério norte. Para os fãs de Heavy Metal, uma boa notícia foi o retorno do grupo Sanctuary, primeira banda de destaque do vocalista Warrel Dane, do Nevermore. O grupo lançou dois ótimos discos no início dos anos 90, graças ao apoio de Dave Mustaine, do Megadeth.

E por falar em Megadeth, outra boa notícia foi o retorno ao grupo do baixista Dave Ellefson, o músico que mais tempo tocou ao lado de Dave Mustaine. Ellefson fez parte da formação considerada por grande parte dos fãs como a melhor do Megadeth, que contava com o guitarrista Marty Friedman e o baterista Nick Menza.

Após anunciar o fim do Nine Inch Nails, o inquieto Trent Reznor anunciou a criação de um novo projeto musical, o How to Destroy Angels, formado em parceria com Atticus Ross e Mariqueen Maanding, esposa de Reznor. O grupo lançou em junho o primeiro EP.

Em maio foi anunciado o retorno de Joey Belladonna ao posto de vocalista do Anthrax. Essa é a terceira vez que o cantor assume o microfone da banda. Belladonna fez parte do Anthrax entre 1985 e 1992, depois entre 2005 e 2007.

Três anos após a morte do vocalista Kevin DuBrow, os veteranos do Quiet Riot anunciaram que estão de volta para levar adiante o legado da banda com uma nova formação, contando com o vocalista Mark Huff junto com Frank Banali (bateria), Alex Grossi (guitarra) e Chuck Wright (baixo).

Para quem já estava com saudades de Liam Gallagher, o vocalista voltou à tona com sua nova banda, Beady Eye, que traz os ex-integrantes do Oasis, exceto o irmão de Liam, Noel Gallagher. A banda já lançou algumas músicas na internet e o disco de estréia chega às lojas em fevereiro.

A mais recente notícia de retorno que alegrou muitos fãs foi dada pelo System of a Down. Em novembro o quarteto confirmou que em 2011 fará uma série de apresentações pela Europa. Certamente os fãs brasileiros já torcem para que essa turnê se extenda até a América do Sul.

E aqui no Brasil quem voltou à ativa com toda força foi o grupo Camisa de Vênus, contando agora com o vocalista Eduardo Scott. A banda fez algumas apresentações para mostrar ao público o novo cantor e agora em 2011 deve trabalhar nas composições para um disco novo.

Uns voltam, outros vão...


O tempo passa e algumas bandas anunciam que seu tempo acabou, seja pelo cansaço da estrada ou por problemas internos. Entre aqueles que anunciaram a aposentadoria estão duas das maiores bandas do Hard/Metal mundial: Scorpions e Judas Priest.

A banda alemã Scorpions anunciou logo no início do ano que o último álbum de estúdio, chamado “Sting in the Tail”, seria lançado em março e logo em seguida seria realizada uma extensa turnê mundial para se despedir dos fãs. Felizmente, a banda que nos anos recentes têm incluído o Brasil nos roteiros dos shows não deixou o país de fora.

No início de dezembro os ingleses do Judas Priest também anunciaram que deixarão os palcos após a próxima turnê, batizada como “Epitah World Tour”. Essa série de shows deve durar até 2012 e, por enquanto, só há shows agendados pela Europa.

Quem já abandonou os palcos durante esse ano foi a banda inglesa de Rock alternativo Supergrass. Depois de 17 anos, a banda de gothic metal Theatre of Tragedy também se despediu do público. Pelo menos nessa derradeira turnê o grupo veio pela primeira e última vez ao Brasil.

O finlandês Timo Tolkki também anunciou o fim de mais um capítulo de sua carreira com a dissolução do Revolution Renaissance, banda que contava com os músicos brasileiros Bruno Agra e Gus Monsanto. Mas isso não significa a aposentadoria de Tolkki. O músico já esta com um novo projeto chamado Symfonia, que conta com Jari Kainulainen (baixo, ex-Stratovarius), Mikko Härkin (teclado, ex-Sonata Arctica), Uli Kusch (bateria, ex-Helloween) e o vocalista brasileiro Andre Matos (ex-Angra, Shaman, Viper).

Nesse ano o Viper sofreu mais uma baixa com a saída do vocalista Ricardo Bocci, que gravou com a banda o álbum “All My Life”. Com isso, mais uma vez o futuro da banda é incerto, se é que a banda ainda existe. Outra banda nacional que sofreu uma perda significativa foi o Tuatha de Danann. No início de dezembro o vocalista Bruno Maia divulgou uma nota informando seu delisgamento do grupo.

E os Titãs, que há tempos não têm a força das criaturas mitológicas de quem emprestaram o nome, também sofreram a perda do baterista Charles Gavin, que agora vai se dedicar às produções musicais.

E nesse vai-e-vem, tem mudanças que servem como renascimento. É o caso do que aconteceu com o Golpe de Estado. A banda perdeu o excelente baterista e membro fundador Paulo Zinner, levando junto o vocalista Kiko Muller. Ambos formaram a banda Sangue. Mas o que poderia ser o fim do Golpe acabou dando força aos remanescentes Hélcio Aguirra e Nelson Brito, que chamaram Roby Pontes (bateria) e Dino Rocker (voz) para continuar a escrever a história da melhor banda de Hard Rock do Brasil. 


Notícias curiosas

A maioria das notícias que publicadas ao longo do ano são sobre lançamentos e shows, mas também tem algumas coisas curiosas que acontecem por aí. Como, por exemplo, a petição feita na internet para que a banda Weezer se aposente.

O norte-americano James Burns criou a petição para arrecadar US$ 10 milhões e doar o valor à banda. Esse seria o preço para que o grupo paresse de tocar e lançar discos. “Eu imploro a vocês do Weezer, peguem o dinheiro e sumam. Isso não é por mim. É pelos fãs do Weezer. Eles são nossos irmãos e irmãs, nossos amigos, nossas namoradas”. O baterista Patrick Wilson disse que se chegassem à quantia de US$ 20 milhões o Weezer pararia. Até agora, nada.

Curiosa e um tanto inútil foi a descoberta de que Ozzy Osbourne tem em seu DNA fragmentos do homem de Neandertal, um tipo de hominídeo desaparecido da Terra a cerca de 30 mil anos. Os cientistas constataram também que Ozzy tem um parentesco distante com o Czar russo Nicolau II, Rei George I e habitantes da cidade italiana de Pompéia. US$ 40 mil foram gastos na pesquisa patrocinada pelo próprio cantor.

Depois de participar de discos do Manowar e do Rhapsody of Fire, o ator Christopher Lee empunhou sua própria espada e lançou um disco anunciado como de Metal Sinfônico chamado “Charlemagne: By the Sword and the Cross”, contando a história do imperador Carlos Magno. Mas parece que o disco do Conde Drácula/Saruman traz pouco de metal...

Além dos palcos da vida...


Como dizem, a única certeza da vida humana é a morte. E nesse ano ela alcançou algumas personalidades bem conhecidas e queridas do público do mundo Rock n’ Roll. Em abril, aos 48 anos de idade, o grandalhão vocalista e baixista Peter Steele morreu vítima de um problema no coração. Junto com o Type O’ Negative, Steele teve um papel importante no cenário musical nos anos 90, levando ao topo das paradas musicais a mistura do heavy metal com o gótico.

No mês de maio quem também foi tocar ‘do outro lado’ foi o baixista Paul Gray, do Slipknot. Segundo os exames médicos, a morte do músico foi causada por uma overdose acidental de morfina e fentanil. No Brasil, quem saiu de cena foi o também baixista Daniel Greco, que foi integrante do Genocídio nos anos 90.

Um falecimento trágico foi o do vocalista suiço Steve Lee, da banda Gotthard. Aproveitando as férias para viajar de moto pelos Estados Unidos, o cantor foi atingido no acostamento de uma estrada por veículo desgovernado e morreu em 05 de outubro.

Toda perda é lastimada por aqueles que estão próximos do falecido ou por seus admiradores. Mas nenhuma teve tanto impacto entre os fãs e apreciadores do Rock em 2010 quanto a morte do lendário vocalista Ronnie James Dio. Ronald James Padavona morreu na manhã do dia 16 de maio em decorrência de um câncer no estomago.

Diagnosticado em novembro de 2009, o cantor passou por um tratamento de quimioterapia que acabou debilitando seu organismo. Durante vários dias seguidos após sua morte, centenas de músicos de todas as partes do mundo emitiram notas de pesar falando sobre a importância de Dio em suas carreiras e na história do Rock mundial.

Além do aspecto artístico, todos aqueles que tiveram contato com o vocalista destacaram sua simplicidade e companherismo. Um verdadeiro ícone, uma lenda do Rock e do heavy metal que deixou sua marca na história da música graças ao seu talento como compositor e cantor.

Nos palcos da vida...

A cada ano parece que o número de shows no país aumenta mais. Em 2010 as atrações foram para todos os gosto:
The Devil Wears Prada, Fishbone, Johnny Winter, Aditcs, Echo & the Bunnymen, Peter Framptom, Lamb of God, Gene Loves Jezebel, Hypocrisy, Cradle of Filth, She Wants Revenge, Yes, Jeff Beck, New Model Army, Rhapsody of Fire, B.B. King, ZZ Top,Sirenia, Nile, No Fun at All, John Corabi, Doogie White e Nick Simper, Iced Earth,Therion, Master, Focus, Overkill, UFO, Deathstars, Social Distortion, Korn, Placebo, Megadeth, Toy Dolls, W.A.S.P., Lacrimosa, Suicide Silence, Lacuna Coil, Delain, Johnny Rivers, Dark Tranquillity, Hugh Cornwell, Marky Ramone, Carl Palmer, Death Angel, Nazareth, Avantasia, Stone Temple Pilots, Twisted Sister, Millencolin, Sonata Arctica, Halford, Biohazard, Manowar, Epica, Roger Hodgson, Rammstein e muitos outros!

Alguns shows foram destaque pelo tamanho do evento ou por ser um momento especial na história da banda. Por exemplo, o Europe veio pela primeira vez ao país, após mais de 25 anos de carreira. O Theatre of Tragedy também vei o pela primeira e última vez ao país, já que o grupo anunciou a despedida dos palcos.

O que também parece ter sido a última vez é um show do Dream Theater com o baterista Mike Portnoy. A banda voltou ao país em março, antes de toda a novela que envolveu a saída do músico.

Entre os grandes shows tivemos o ‘piti’ do Guns n’ Roses, o Bon Jovi, Green Day,Rush, a excelente apresentação do Metallica e “O Evento”: Paul McCartney. O ex-Beatle voltou ao Brasil após mais de uma década para três apresentações que certamente ficarão marcadas na memória dos fãs para sempre.

Cenas do próximo capítulo...

E chegamos às novelas do mundo do Rock em 2010. Algumas delas se arrastam há tempos, como a novela Van Halen. Sem lançar um disco de estúdio com material original desde 1998, periodicamente surgem rumores sobre um novo álbum. Em agosto a gravadora Warner divulgou a informação que a banda estaria trabalhando em um novo álbum que será lançado em 2011. A banda não confirma.

Uma novela de co-produção Brasil-Estados Unidos é a possível reunião do Sepultura com os irmãos Cavalera. Max Cavalera periodicamente solta o assunto em entrevistas pelo exterior, às vezes culpando um dos integrantes da banda, outras vezes culpando outro. O que parece ter sido o capítulo final da novela foi um vídeo divulgado por Andreas Kisser, Paulo Xisto Jr., Derrick Green e Jean Dolabella afimando que a tal reunião não acontecerá. 

Mas a novela do ano, com certeza, foi a saída de Mike Portnoy do Dream Theater. No início de setembro o baterista divulgou através da internet que estava fora da banda que ajudou a criar. Segundo Portnoy, os companheiros de banda não quiseram dar ao músico um tempo para descanso.

Logo em seguida ao anúncio, Portnoy ficou sabendo que tinha perdido seu outro emprego: o posto de baterista do Avenged Sevenfold. O músico disse que o combinado era mesmo permanecer com o grupo somente até o final de 2010, mas os integrantes do Avenged Sevenfold chegaram a mostrar certo descontentamento pelo fato de Portnoy “adorar” divulgar rapidamente na internet os acontecimentos internos das bandas que faz parte. Ou fazia. Resumo da ópera: Portnoy começa 2011 sem emprego.



Fonte: http://wiplash.net

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Rock - Heart



O Heart é uma banda americana de rock composta por duas irmãs, ícones do Hard Rock, Ann e Nancy Wilson.
Tendo tido diversas mudanças na sua formação, os únicos membros constantes do grupo são irmãs Ann e Nancy Wilson. O grupo ficou famoso nos anos 70 com a sua música fortemente influenciada por grupos de hard rock, tais como Led Zeppelin, assim como com o estilo de música folk.


A banda vendeu cerca de 30 milhões de discos no mundo inteiro e atingiu o sucesso mundial nos anos 80 com as suas baladas, antes de deixar cair no ostracismo nos anos 90. Algumas das músicas de maior sucesso foram as baladas Alone, What About Love, Magic Man, Barracuda, Crazy e These Dreams (#1 na Billboard Hot 100). O álbum Heart ficou no primeiro lugar nos EUA, tendo Bad Animals atingido o segundo lugar.
Em 2007, a música Barracuda esteve presente no game Guitar Hero III: Legends of Rock, sendo a 9ª música do jogo (ou a 4ª música da segunda fase do jogo, no caso).


Discografia

  • Dreamboat Annie (1976)
  • Little Queen (1977)  
  • Magazine (1978)  
  • Dog & Butterfly (1978)  
  • Bebe Le Strange (1980)
  • Greatest Hits Live (1981)
  • Private Audition (1982)  
  • Passionworks (1983)  
  • Heart (1985)  
  • Bad Animals (1987)  
  • Brigade (1990)
  • Rock the House (live) (1991)  
  • Desire Walks On (1993)
  • The Road Home (1995) (live)  
  • Alive in Seattle (2003) (live)
  • Jupiter's Darling (2004)
  • Love Songs (2006)
  • Red Velvet Car (2010) 

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Feliz Natal

É, pessoal, chegou mais um Natal! Mais que uma data especial, o Natal é época de repensarmos tudo em nossa vida: como somos, como estamos e como queremos ser com relação à nossa alma e nosso coração. É nesse momento que precisamos olhar com um pouco mais de calma para o fundinho de nós e deixar tudo o que nos prejudica para trás: as mágoas, os ressentimentos, as angústias, desavenças e desentendimentos. Não vale só para esse momento, tem que ser daqui para frente, e, talvez a partir dessa data, possamos ser pessoas melhores e, assim, tornar o mundo um pouco melhor. Quero, em nome do Clube do Fusca de Poços de Caldas, desejar um Natal cheio de esperança de dias melhores aos associados, aos parceiros, aos milhares de leitores desse blog, seja de que país forem. Enfim, peço a todos que deixem Jesus (re) nascer nos corações!