quarta-feira, 7 de abril de 2010
Rock - Atualidades - Roger Hodgson
Um dos maiores ícones mundiais do rock progressivo dos anos 70 e 80 volta ao Brasil para realização de turnê em 3 capitais brasileiras. Em São Paulo ele se apresenta dia 14 de maio na Via Funchal.
Roger Hodgson, nasceu em 21 de março de 1950, na Inglaterra, é um músico e cantor inglês e co-fundador da banda Supertramp. Conhecido por sua voz poder atingir altos agudos, uma marca registrada do Supertramp. É o coração e a alma do grupo SUPERTRAMP. Dono de uma das vozes mais reconhecíveis da história do rock e de músicas que marcaram toda uma geração.
Durante 14 anos, Roger foi vocalista e líder do SUPERTRAMP, onde sua música e sua voz fizeram da banda um fenômeno do rock mundial com mais de 60 milhões de discos vendidos.
Supertramp foi a banda britânica de rock que lançou e emplacou uma série de álbuns de sucesso nos anos 70. No princípio, gravavam mais álbuns conceituais, mas tornaram-se conhecidos mundialmente por suas posteriores canções ao estilo dos Beatles, como “Dreamer”, “Give a Little Bit”, “The Logical Song”, “Breakfast in América”, “Goodbye Stranger” e uma série de outros sucessos.
O Supertramp no auge de sua popularidade, era considerada a banda de rock que mais vendia no mundo. E realmente, a banda era um sucesso tão estrondoso quanto os Rolling Stones, a diferença era que os cinco integrantes optavam por uma espécie de anonimato (talvez uma característica do estilo), sem grandes explorações comerciais da imagem individual. Segundo especialistas, esse fator comprova a qualidade natural da banda e a ratifica entre as melhores e maiores bandas da história do rock clássico internacional.
Roger Hodgson, vocalista de voz aguda e suave, com um público fiel e apaixonado, alcançou sucesso depois do lançamento de "Crime of the Century" em 1974, com seu estilo conceitual e progressivo em favor da música pop.
Roger Hodgson é o autor dos maiores sucessos do grupo, como: "The Logical Song", "Dreamer", "Give A Little Bit", "Breakfast in America", "It’s Raining Again", "Take the Long Way Home" e "Fool’s Overture".
Após o término da Banda em 1983, Hodgson investiu em sua carreira solo, lançando em 1984 o álbum “In The Eye of the Storm", vendendo mais de 2 milhões de cópias. Além de produtor do disco, Hodgson escreveu todas as músicas e tocou todos os instrumentos. Com estilo comparado ao do Supertramp, incluía faixas tais como "Had a Dream (Sleeping with the Enemy)" and "In Jeopardy".
Seu segundo álbum solo, "Hai Hai", foi lançado em 1987 e em 2000 lançou "Open the Door", gravado na França.
Fonte: www.viafunchal.com.br
terça-feira, 6 de abril de 2010
Rock - Dicas - Cactus
Por Marcos Antônio Machado da Cruz
Tudo começou em 1967 com o Vanilla Fudge, banda formada por Tim Bogert (baixo, vocais), Carmine Appice (bateria), Mark Stein (teclados, vocais) e Vince Martell (guitarra, vocais). Seu som era um pouco indefinido, pois mesclavam influências de música sinfônica e hard-rock ao mesmo tempo tanto em músicas próprias como versões (Eleanor Rigby dos Beatles por exemplo).
Depois de dois anos e um relativo sucesso nos EUA, brigas internas acabaram decretando o fim da banda. Bogart e Appice acabaram sendo convidados por Jeff Beck prá formarem uma superbanda ao lado dele e de Rod Stewart, porém nessa época Beck acabou sofrendo um acidente sério que o deixou fora de circulação por um bom tempo. Bogart e Appice não iriam aguentar ficar tanto tempo parados, e acabaram convidando o cantor Rusty Day, vindo do Amboy Dukes (banda de Ted Nugent) e o guitarrista Jim McCarty, que havia tocado no Mitch Ryder Detroit Wheels e no Buddy Miles Express. Com essa formação gravam seu clássico primeiro disco, intulado somente "Cactus". Com porradas bem rock’n’roll (Let Me Swin/Feel So Good), "baladinhas" com pitadas levemente country (My Lady From South of Detroit – homenagem à alguma "dama" da cidade natal de Rusty e McCarty) e covers inspiradíssimos (Parchman Farm de Mose Allison e You Can’t Judge a Book by the Cover de Willie Dixon).
Apesar de fazer um hard supervirtuoso a banda não consegue emplacar este disco, e em 1971 lançam mais dois álbuns: One Way... Or Another e Restrictions. Estes dois discos seguiam a fórmula do primeiro disco alternando petardos (Rock’n’Roll Children/Big Mama Boogie/Evil/Sweet Sixteen) à versões novamente inspiradíssimas (Long Tall Sally/Token Chokin’) e as inevitáveis baladinhas (Song for Aries/Alaska) tudo isto misturado com pitadas de boogie e country, resultando em mais dois grandes álbuns de hard-rock setentista. Porém, talvez devido à pouco repercussão destes álbuns na época, novamente brigas internas acabaram fazendo com que Rusty e Bogart saíssem da banda em 1972. Então foram chamados no vocal o cantor Peter French, egresso do Atomic Rooster, e mais dois músicos de Detroit, o tecladista Duane Hitchings e o guitarrista Werner Frittzchings. Com essa formação gravam mais um álbum, o "Ot’n’Sweaty".
O lado A do disco vinha com um bom trecho de uma apresentação energética da banda no Festival de Mar Y Sol realizado
No final da década de 70 até a década de 90 os lps do Cactus se tornaram raríssimos, disputados a tapas em sebos, chegavam à custar 50 dólares cada! Nenhum deles chegou à sair no Brasil. Com o advento do CD, os três primeiros títulos foram lançados no mercado japonês, depois o segundo e terceiro disco saíram em edição inglesa e alemã respectivamente (curiosamente até hoje não houve nenhuma edição americana dos mesmos). O quarto disco só saiu em edição pirata (gravada de um vinil em excelente estado – porém infelizmente há um pequeno "pulo" na sétima faixa – Telling You). Porém quem não quiser pagar uma grana preta pelas edições japonesas (e mesmo as européias) uma boa pedida é a coletânea "Cactology" lançada em 1996 que faz um bom apanhado da obra da banda, incluindo uma faixa inédita do show
"There’s a love that I dream of at night
When I’m home by the fireside of thought
After her all the rest don’t seem right
You should feel all the goodness she brought"... (My Lady From South of Detroit)
segunda-feira, 5 de abril de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
Rush - Discografia
Snakes & Arrows Live, CD duplo do Rush, foi lançado em 14 de abril de 2008 nos Estados Unidos e Reino Unido e em 15 de abril de 2008 em todo o mundo. O material foi retirado de duas apresentações durante a primeira parte do Snakes & Arrows Tour, gravado no Ahoy Arena em Rotterdam, Holanda em 16 e 17 de outubro de 2007. Este é o primeiro dos álbuns ao vivo da banda de destacar um trabalho de estúdio especificamente, com nove das 27 faixas extraídas Snakes & Arrows. As versões DVD e Blu-Ray deste álbum foram lançadas em 24 de novembro de2008.
- Limelight
- Digital Man
- Entre Nous
- Mission
- Freewill
- The Main Monkey Business
- The Larger Bowl
- Secret Touch
- Circumstances
- Between The Wheels
- Dreamline
- Far Cry
- Workin' Them Angels
- Armor and Sword
- Spindrift
- The Way the Wind Blows
- Subdivisions
- Natural Science
- Witch Hunt
- Malignant Narcissism - De Slagwerker (Drum Solo)
- Hope
- Distant Early Warning
- The Spirit of Radio
- Tom Sawyer
- One Little Victory
- A Passage to Bangkok
- YYZ
PS. Este é o último disco do Rush, isto é, lançado até agora, que fique bem claro! Já há notícias de novo álbum e parece que bem adiantado. Então aguardemos...! Já deu para perceber que sou fã, não???
domingo, 28 de março de 2010
Rock - Atualidades - Homenagem ao Rush
Hoje, 28 de março de 2010, o grande power-trio está sendo homenageado pelo Canadian Songwriters Hall of Fame. Fundado em 1998 pelo editor musical Frank Davies, o Hall induz artistas canadenses em três categorias básicas: compositores, canções e aqueles que têm oferecido contribuições significativas no que diz respeito à música. O Rush será merecidamente lembrado por seu marcante trabalho realizado em "Limelight", "Closer to the Heart", "The Spirit of Radio", "Tom Sawyer" e "Subdivisions". A sexta edição do evento ocorrerá no George Weston Recital Hall, localizado no Toronto Centre for the Arts.
Por conta deste acontecimento em torno da banda, algumas entrevistas bem interessantes foram surgindo na mídia nos últimos dias. Na terça feira (23/03/2010), Geddy Lee e Alex Lifeson participaram de um longo bate-papo realizado pela rede CBC, onde comentaram com a jornalista Laurie Brown a indicação para integrar o Canadian Songwriters Hall. Nessa entevista, os rapazes alegraram muitos fãs ao redor do mundo informando já terem 6 canções novas prontas, estando eles trabalhando realmente em um novo material nesse momento.
Já na quinta, dia 26/03, Neil Peart revelou também ao jornal The Canadian Press mais detalhes sobre esse próximo lançamento do RUSH: "Juntaremos essas canções e, se elas soarem bem, provavelmente iremos lançá-las por conta própria. Estamos nos perguntando: Se finalizarmos algumas composições sairemos numa pequena turnê para apresentá-las, voltando ao estúdio logo depois para compor novamente? Seria uma maneira interessante de agitarmos nosso modo habitual de fazer as coisas. (...) Ainda não há nada que eu possa confirmar... essas coisas são muito complicadas e há muito envolvido nisso. Tudo o que posso dizer é que estamos considerando essa possibilidade..."
Infelizmente nenhuma dessas entrevistas havia trazido detalhes mais aprofundados sobre o assunto nova turnê. Porém uma nova matéria com Alex Lifeson, publicada no jornal canadense Toronto Globe and Mail, acabou felizmente por mostrar um pouco mais. Quando perguntado sobre o próximo álbum da banda, Lerxst reiterou as declarações de seus companheiros, revelando também vários detalhes à respeito não só da aguardada turnê, mas também do próximo álbum do RUSH:
"Ficamos fora durante um ano e meio, e agora é só trabalho. Tudo está muito louco e não há um só minuto perdido no dia. Temos essa meia dúzia de canções e provavelmente iremos pro estúdio trabalhar em algumas delas, para ver como ficam. Talvez lançaremos algo - digo talvez - e planejamos cair na estrada em junho. O ideal pra gente seria poder mostrar algumas dessas canções já em turnê, essa que se encerraria no fim de outubro, para então voltarmos ao estúdio a fim de continuarmos a compor. Em seguida, gravaríamos o disco entre o fim do ano e o começo do outro para então lançá-lo durante a primavera de 2011, juntamente com uma turnê um pouco mais substancial. Provavelmente esse ano tocaremos umas 45 datas. Já em 2011 tocaríamos ainda mais, umas 70..."
Complementando ainda mais essas grandes novidades acerca do power-trio, temos um pequeno fato que reforça ainda mais o iminente retorno do Rush aos palcos em 2010: O técnico de bateria de Neil Peart, Lorne Wheaton, atualizou no último dia 17 sua página pessoal no MySpace, que antes trazia a mensagem: "Esperando que decisões sejam tomadas...".
Agora o que temos, para felicidade da galera, é a seguinte: "Indo à YYZ (Toronto) para sessões, na estrada nesse verão :)".
Mau gosto não se discute
Hoje ao folhear uma revista, me deparo com uma reportagem de 2 páginas sobre um indivíduo de nome Léo Santana, que todo mundo chama de "cantor" e "dançarino", tem como ídolo um indivíduo chamado de Xanddy e tido como herdeiro legítimo das "qualidades" de uma turma que se intitulava "É o Tchan". Pronto para enviar um comentário para a revista, ao abrir meu e-mail, tinha uma newsletter do Whiplash com um subtítulo de "Mau gosto não se discute". Abri o link e com grata satisfação vi tratar-se de um blog de autoria de Roger Lopes. Cada palavra dita reflete minha opinião e meu desprezo por todas essas pessoas que se dizem músicos, como o rapaz da reportagem. Me causa mais asco ainda, as pessoas que dão trela, dinheiro e ainda perdem tempo ouvindo todas essas baboseiras.
"Dentre as coisas mais irritantes concebidas no mundo, poucas sobrepujam os malditos jargões. Frases feitas disfarçadas de profunda sabedoria e dogmas incontestes que apenas escondem no âmago a notável incapacidade de seu interlocutor de analisar criticamente qualquer situação. “Gosto não se discute”. “Política, religião e futebol não se discutem”. Então nada se discute e tudo permanece na mediocridade.
Fica-se, no entanto, a impressão de que apenas o mau gosto não é passível de discussão, pois quem se baseia em modelos culturais elevados está sempre buscando o debate. Todavia, o que força esse assunto à baila é a plena convicção de que o convívio social e princípios básicos de cidadania estão intrinsecamente ligados ao gosto particular das pessoas.
É suficientemente ruim viver sob uma ditadura midiática que empurra goela adentro tudo quanto é lixo pseudo-artístico, fabricado por uma nefasta e apelativa indústria do entretenimento, cujos artifícios para justificar a merda jogada ao público são os mais sórdidos possíveis. O ilegal e imoral jabá é só um dos inúmeros exemplos.
Pior do que a ausência de opção nos ditos veículos “democráticos” de comunicação, cuja concessão pública obriga contratualmente a destinação de percentual da grade à transmissão de programação educativa em horário nobre (o que jamais é cumprido), é o absoluto desrespeito daqueles que tem estomago para digerir tal gororoba “cultural” para com os ouvidos alheios.
Não se encontra mecanismo na Terra para fugir dessa praga infecta que inferniza os quatro cantos e tímpanos do país, pois aonde quer que se vá sempre aparece algum lazarento com distúrbio comportamental, portando um crime ecológico sobre rodas, todo equipadão com caixas acústicas de fazer inveja à Orquestra Sinfônica de Berlim para ostentar um inacreditável repertório de tortura sonora, o qual insiste chamar de música, contrariando todas as definições para essa palavra.
Tal público, irremediavelmente desprovido de bom senso, acredita piamente realizar imensurável favor à humanidade ao compartilhar a predileção pela miserabilidade artística a ele imposta, elevando em insuportáveis decibéis toda a vulgaridade de “funks” carioca (nunca a excelente black music dos anos 70), melacuecas pagodísticos intragáveis (não o samba de raiz e o partido alto de outrora), a cornomania sertanoja (nada a ver com o regional caipira), os forrós “universitários” (tentativa malfadada de sofisticar o baião) e as apelações bundísticas dos axés da vida.
Permita abrir parêntese para notar que os cidadãos com gosto refinado e erudito, independentemente da classe social, pois pobreza de espírito não está relacionada a poder aquisitivo, como os apreciadores de ópera, música clássica, jazz, blues, soul, MPB e rock (tradicionalmente estereotipado como um som para se ouvir em volume alto), entre outros, dificilmente expõem suas preferências em ambientes não propícios, reservando-se a degustar suas paixões de forma individual, evitando sempre que possível incomodar ao próximo.
Infelizmente, os que possuem essa consciência e respeitam as mínimas normas de convívio são minoria no país, estando sujeitos à cretinice bovina dos seguidores de modinhas imbecilizantes, cuja idiotia e falta de cidadania os leva a procurar locais com concentração de pessoas nem sempre dispostas a escutar a última apologia ao crime e à putaria desenfreada, gravada por algum traficante dos morros carioca ou por detentos dos cadeiões paulistas, disparada pelo estridente celular by 25 de Março com MP3, ignorando qualquer aviso de “PROIBIDO APARELHO SONORO” ou coisa que o valha sob o pretexto de que gosto não se discute.
É verdade, mau gosto não se discute, mas sim se expurga por meio de boa educação e cultura, condimentos dos quais a culinária brasileira ainda prescinde e muito."
Autor: Roger Lopes
Fonte: http://pessimismoemgotas.wordpress.com
quinta-feira, 25 de março de 2010
Morre Jim Marshall
O fotógrafo de música Jim Marshall de 74 anos, que passou mais de 50 anos capturando imagens de lendas do rock como Beatles, Bob Dylan e Janis Joplin, morreu em Nova York aos 74 anos.
A informação foi confirmada ontem por Aaron Zych, diretor de uma galeria que sediou uma das últimas mostras com fotos de Marshall.
O fotógrafo era aguardado ontem à noite em um evento para promover seu novo livro, em parceria com Timothy White. Ele aparentemente morreu sozinho, enquanto dormia no seu quarto de hotel em Nova York , disse Zych.
"O trabalho de Jim é lendário", afirmou o empresário. "No que diz respeito a fotografias de música, ele é o padrinho."
A causa da morte ainda não é conhecida.
De acordo com seu site oficial, Marshall assinou as fotos de mais de 500 capas de disco. Ele ficou bastante conhecido pelas imagens feitas de Jimi Hendrix no Monterey Pop Festival, em 1967, e em Woodstock, em 1969, onde foi o fotógrafo oficial do The Who.
Marshall também foi o único fotógrafo que teve acesso aos bastidores do que acabou sendo o último show dos Beatles, em San Francisco , em 1966.
Johnny Cash em foto de 1969, feita por Jim Marshall
Outras fotos famosas de sua autoria retratam Bob Dylan, The Grateful Dead, Janis Joplin e os Rolling Stones. Seus trabalhos mais recentes foram com Ben Harper e Red Hot Chili Peppers.
"Essa carreira nunca foi apenas um trabalho, é a minha vida", escreveu Marshall em seu site.
Led Zeppelin
Janis Joplin
Jim Morrison
Mick Jagger
quarta-feira, 24 de março de 2010
Rush - Discografia
Snakes & Arrows é o 18º álbum de estúdio do Rush, co-produzido por Nick Raskulinecz. O álbum foi gravado em cinco semanas entre novembro e dezembro de 2006 no Allaire Studios, em Catskill Mountains, Nova York e mixado e masterizado no Ocean Way Studios em Los Angeles, Califórnia. Foi lançado em CD em 1° de maio de 2007, como um duplo álbum em 19 de junho (limitado a 5000 exemplares), bem como no novo formato MVI (Music Video Interactive), limitado a 25.000 exemplares,em 26 de junho. Estreou em # 3 no The Billboard 200 e caiu fora do gráfico após 14 semanas. Foi disco de ouro no Canadá em setembro de 2007. A faixa "Malignant Narcisism" foi nomeada para um Grammy na categoria Melhor Performance Instrumental de Rock.
De acordo com o baterista e letrista Neil Peart, a inspiração para o título do álbum surgiu após consideráveis pesquisas de várias fontes: um jogo budista de mais de 2000 chamado "Leela, o Jogo do Auto Conhecimento ", um jogo para crianças coligado Snakes and Ladders (Serpentes e Escadas, também conhecido como rampas e escadas), e uma citação de Hamlet "estilingues e flechas." Esta informação ajudou a convencer o baixista Geddy Lee e o guitarrista Alex Lifeson para adotar a pintura original do tabuleiro de jogo antigo como a capa do novo álbum.
O álbum estreou no número três no Billboard EUA 200, vendendo cerca de 93.000 cópias em sua primeira semana. Estes números referem-se apenas às vendas da versão em CD do álbum, e não incluem o MVI ou versões LP.
o álbum começou a ser escrito em janeiro de 2006, com Lee e Lifeson trabalhando em seu estúdio em casa em Toronto. A dupla começou o processo de escrita por jams, que gradualmente foram moldadas às suas idéias em peças concluídas. Durante este processo, Neil Peart escrevia letras preliminares para as canções - um método criativo da banda, freqüentemente empregado em suas obras anteriores. Peart, que é da área de Toronto, vivia na Califórnia e para continuar a trabalhar com seus companheiros de banda para o novo álbum, ele vivia entre Ontário e Nova Iorque para escrever e gravar as fases. Quando Peart estava na Califórnia, a banda colaborou ocasionalmente pela Internet.
Em março de 2006, versões aproximadas de seis músicas tinham sido concluídas. Os três se reuniram em Quebec para ouvir para o material gravado até então. Em maio de 2006, eles haviam refinado as canções em um pequeno estúdio profissional em Toronto. Após as primeiras seis músicas foram gravadas, a banda começou a compor e gravar músicas adicionais em Setembro.
O produtor americano Nick Raskulinecz, que trabalhou com o Foo Fighters, foi contratado para ajudar a banda a produzir o álbum. Raskulinecz, um auto-proclamado fã do Rush, supostamente encorajou os membros da banda para explorar os limites dos seus renomados talentos, e com entusiasmo incentivou a banda para integrar o complexo rítmico e padrões melódicos que caracterizam as suas obras anteriores. A mixagem final do álbum foi gravada em Allaire Studios, em Shokan, Nova York, por Richard Chycki no Ocean Way Studios de Los Angeles, Califórnia, e masterizado por Brian Gardner.
De acordo com o baterista e letrista Neil Peart, a inspiração para o título do álbum surgiu após consideráveis pesquisas de várias fontes: um jogo budista de mais de 2000 chamado "Leela, o Jogo do Auto Conhecimento ", um jogo para crianças coligado Snakes and Ladders (Serpentes e Escadas, também conhecido como rampas e escadas), e uma citação de Hamlet "estilingues e flechas." Esta informação ajudou a convencer o baixista Geddy Lee e o guitarrista Alex Lifeson para adotar a pintura original do tabuleiro de jogo antigo como a capa do novo álbum.
O álbum estreou no número três no Billboard EUA 200, vendendo cerca de 93.000 cópias em sua primeira semana. Estes números referem-se apenas às vendas da versão em CD do álbum, e não incluem o MVI ou versões LP.
o álbum começou a ser escrito em janeiro de 2006, com Lee e Lifeson trabalhando em seu estúdio em casa em Toronto. A dupla começou o processo de escrita por jams, que gradualmente foram moldadas às suas idéias em peças concluídas. Durante este processo, Neil Peart escrevia letras preliminares para as canções - um método criativo da banda, freqüentemente empregado em suas obras anteriores. Peart, que é da área de Toronto, vivia na Califórnia e para continuar a trabalhar com seus companheiros de banda para o novo álbum, ele vivia entre Ontário e Nova Iorque para escrever e gravar as fases. Quando Peart estava na Califórnia, a banda colaborou ocasionalmente pela Internet.
Em março de 2006, versões aproximadas de seis músicas tinham sido concluídas. Os três se reuniram em Quebec para ouvir para o material gravado até então. Em maio de 2006, eles haviam refinado as canções em um pequeno estúdio profissional em Toronto. Após as primeiras seis músicas foram gravadas, a banda começou a compor e gravar músicas adicionais em Setembro.
O produtor americano Nick Raskulinecz, que trabalhou com o Foo Fighters, foi contratado para ajudar a banda a produzir o álbum. Raskulinecz, um auto-proclamado fã do Rush, supostamente encorajou os membros da banda para explorar os limites dos seus renomados talentos, e com entusiasmo incentivou a banda para integrar o complexo rítmico e padrões melódicos que caracterizam as suas obras anteriores. A mixagem final do álbum foi gravada em Allaire Studios, em Shokan, Nova York, por Richard Chycki no Ocean Way Studios de Los Angeles, Califórnia, e masterizado por Brian Gardner.
Este álbum contém várias faixas instrumentais: "The Main Monkey Business", "Hope"
e "Malignant Narcisism", primeiras peças novas desde compostas pela banda desde "Limbo", em 1996 em Test for Echo.
e "Malignant Narcisism", primeiras peças novas desde compostas pela banda desde "Limbo", em 1996 em Test for Echo.
Peart, principal letrista da banda, declarou que a temática lírica do álbum é baseada em suas reflexões pessoais sobre a fé, inspirado por suas viagens de motocicleta pela América do Norte. Muitas das experiências mencionadas nas letras de Snakes & Arrows evoluíram a partir de memórias de Peart em seu livro "Roadshow: Landscape With Drums", uma turnê de motocicleta.
De acordo com Alex Lifeson, temas musicais para o álbum foram escritos e desenvolvidos com guitarras acústicas para trabalhar as partes principais. Estas peças foram finalmente gravadas usando guitarras acústicas ou elétricas, ou outros instrumentos. Lifeson descobriu que escrever músicas na guitarra acústica proporciona certa pureza, auxiliando-o a conceber as partes instrumentais. Tanto ele como Lee usaram isso como uma alternativa aos métodos mais tradicionais de desenvolvimento musical, ao invés do uso de amplificação elétrica, guitarras e assistência de instrumentos eletrônicos.
David Gilmour (Pink Floyd) é creditado no encarte, porque inspirou Lifeson a escrever músicas principalmente em guitarra acústica. De acordo com uma entrevista de setembro de 2007 na Guitar Player Magazine, Lifeson menciona uma reunião com Gilmour em um concerto no Massey Hall Toronto durante a excursão de Gilmour, "On an Island".
Segundo Raskulinecz, o álbum tem um som semelhante aos álbuns do Rush dos anos 70, como 2112, A Farewell to Kings e Hemispheres .
Enfim, é um disco que atesta mais uma vez a maturidade, virtuosismo e excelência musical da banda.
Faixas
Segundo Raskulinecz, o álbum tem um som semelhante aos álbuns do Rush dos anos 70, como 2112, A Farewell to Kings e Hemispheres .
Enfim, é um disco que atesta mais uma vez a maturidade, virtuosismo e excelência musical da banda.
Faixas
2. | "Armor and Sword" | |
3. | "Workin' Them Angels" | |
4. | ||
5. | ||
6. | ||
7. | "The Way the Wind Blows" | |
8. | ||
9. | "Faithless" | |
10. | "Bravest Face" | |
11. | "Good News First" | |
12. | ||
13. | "We Hold On" |
domingo, 21 de março de 2010
Encontro Clube do Fusca - 21/03/10
Hoje no encontro do Clube do Fusca de Poços de Caldas também foi também dia de eleição para presidente da instituição para o biênio 2010/2011. A chapa FuscaAtivo, com meu nome para presidente e o Sr. Juliano Dalla Rosa para vice, foi eleita para a empreitada. Em breve vou me reunir com o vice-presidente para compor a diretoria. Agradecemos aos associados que nos apoiaram e esperamos retribuir com bastante trabalho para manter a popularidade e a união do clube. Agradecemos também ao Rafael Zanetti e toda a diretoria, que conduziram o CF nos dois últimos anos.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Rush - Discografia
Grace Under Pressure Tour é um show que foi lançado em videocassete, VHS e DVD da banda canadense Rush. Ele documenta um concerto ao vivo pela banda em sua turnê em 1984 para promover o álbum Grace Under Pressure.
Videocassete VHS e VHS eram os formatos originais do lançamento, em 1985, sob o título Grace Under Pressure Tour 1984. Além do concerto “Grace Under Pressure”, nas versões originais também incluiu uma versão integral do vídeo clip "The Big Money", uma versão truncada do que foi liberado para estabelecimentos como MTV. Esta versão do Grace Under Pressure Tour está atualmente, obviamente, fora de impressão em ambos os formatos.
Em 2006, uma versão em DVD da produção original, com áudio remasterizado em 5.1 canais Dolby Surround pelo guitarrista e co-produtor Alex Lifeson e também foi incluída como parte do set de DVD, intitulado Rush Replay X3. Em2007, a versão em DVD de Grace Under Pressure Tour, que foi incluído no Replay X3, foi lançada como single num DVD separado. Como um recurso especial, Rush Replay X3 inclui um CD de áudio da tour de Grace Under Pressure Tour DVD que não está disponível em outros lugares. O lançamento do DVD não inclui o vídeo de "The Big Money".
O concerto foi filmadoem Maple Leaf Gardens , em Toronto, Ontário, Canadá.
Videocassete VHS e VHS eram os formatos originais do lançamento, em 1985, sob o título Grace Under Pressure Tour 1984. Além do concerto “Grace Under Pressure”, nas versões originais também incluiu uma versão integral do vídeo clip "The Big Money", uma versão truncada do que foi liberado para estabelecimentos como MTV. Esta versão do Grace Under Pressure Tour está atualmente, obviamente, fora de impressão em ambos os formatos.
Em 2006, uma versão em DVD da produção original, com áudio remasterizado em 5.1 canais Dolby Surround pelo guitarrista e co-produtor Alex Lifeson e também foi incluída como parte do set de DVD, intitulado Rush Replay X3. Em
O concerto foi filmado
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