quarta-feira, 15 de maio de 2013

Rock - Secos e Molhados



O Secos & Molhados foi um grupo vocal brasileiro da década de 1970 cuja formação clássica consistia de João Ricardo (vocais, violão e harmônica), Ney Matogrosso (vocais) e Gérson Conrad (vocais e violão). João havia criado o nome da banda sozinho em 1970 até juntar-se com as diferentes formações nos anos seguintes e prosseguir igualmente sozinho com o álbum Memória Velha (2000).
No começo, as apresentações ousadas, acrescidas de um figurino e uma maquiagem extravagantes, fizeram a banda ganhar imensa notoriedade e reconhecimento, sobretudo por canções como "O Vira", "Sangue Latino", "Assim Assado", "Rosa de Hiroshima", que misturam danças e canções do folclore português como o Vira com críticas à ditadura militar e a poesia de Cassiano Ricardo, Vinícius de Moraes, Oswald de Andrade, Fernando Pessoa, e João Apolinário, pai de João Ricardo, com um rock pesado inédito no país, o que a fez se tornar um dos maiores fenômenos musicais do Brasil da época e um dos mais aclamados pela crítica nos dias de hoje.

Seu álbum de estréia, Secos e Molhados I (1973), foi possível graças a tais performances que despertaram interesse nas gravadoras, e projetou o grupo no cenário nacional, vendendo mais de 700 mil cópias no país. Desentendimentos financeiros fizeram essa formação se desintegrar em 1974, ano do Secos e Molhados II, embora João Ricardo tenha prosseguido com a marca em Secos & Molhados III (1978), Secos e Molhados IV (1980), A Volta do Gato Preto (1988), Teatro? (1999) e Memória Velha (2000), enquanto Gérson continuou a tocar sozinho. Do grupo, Ney Matogrosso é o mais bem-sucedido em sua carreira solo, e continua ativo desde Água do Céu Pássaro (1975).

Os Secos & Molhados estão inscritos em uma categoria privilegiada entre as bandas e músicos que levaram o Brasil da bossa nova à Tropicália e então para o rock brasileiro, um estilo que só floresceu expressivamente nos anos 80. Seus dois álbuns de estréia incorporaram elementos novos à MPB, que vai desde a poesia e o glam rock ao rock progressivo, servindo como fundamental referência para uma geração de bandas underground que não aceitavam a MPB como expressão. O grupo continua a ganhar atenção das novas gerações: em 2007, a Rolling Stone Brasil posicionou o primeiro LP em quinto lugar na sua lista dos 100 maiores discos da música brasileira e em 2008 a Los 250: Essential Albums of All Time Latin Alternative - Rock Iberoamericano o colocou na 97ª posição.
A formação inicial do grupo era composta por: João Ricardo (violão de doze cordas e gaita), Fred (bongô) e Antônio Carlos, ou Pitoco, como é mais conhecido. O som completamente diferente à época, fez com que o Kurtisso Negro de propriedade de Peter Thomas, Oswaldo Spiritus e Luiz Antonio Machado no bairro do Bixiga, em São Paulo, local onde o grupo se apresentava, fosse visitado por muitas pessoas, interessadas em conhecer o grupo. Entre os “curiosos” estava a cantora e compositora Luhli, com quem João Ricardo compôs alguns dos maiores sucessos do grupo ("O Vira" e "Fala").

Fred e Pitoco, em julho de 1971, resolvem seguir carreira solo e João Ricardo sai à procura de um vocalista. Por indicação de Heloísa Orosco Borges da Fonseca (Luhli), conhece Ney Matogrosso, que se muda do Rio de Janeiro para São Paulo. Depois de alguns meses, Gerson Conrad, vizinho de João Ricardo, é incorporado ao grupo. O Secos & Molhados começa a ensaiar e depois de um ano se apresenta no teatro do Meio, do Ruth Escobar, que virou um misto de bar-restaurante chamado "Casa de Badalação e Tédio".
No dia 23 de maio de 1973, o grupo entra no estúdio "Prova" para gravar – em sessões de seis horas ao dia, por quinze dias, em quatro canais – seu primeiro disco, que vendeu mais de 300 mil cópias em apenas dois meses, atingindo um milhão de cópias em pouco tempo.
Os Secos & Molhados se tornaram um dos maiores fenômenos da música popular brasileira, batendo todos os recordes de vendagens de discos e público. O disco era formado por treze canções que ao ver da crítica, parecem atuais até os dias de hoje. As canções mais executadas foram "Sangue Latino", "O Vira", e "Rosa de Hiroshima". O disco também destaca inúmeras críticas a ditadura militar que estava implantada no Brasil, em canções como o blues alternativo "Primavera nos Dentes" e o rock progressivo "Assim Assado" – esta de forma mais explícita em versos que personificam uma disputa entre socialismo e capitalismo. Até mesmo a capa do disco foi eleita pela Folha de São Paulo como a melhor de todos os tempos de discos brasileiros.

O sucesso do grupo atraiu a atenção da mídia, que os convidou para várias participações na televisão. As mais relevantes foram os especiais do programa Fantástico, da Rede Globo. Sempre apareciam com maquiagens inusitadas, roupas diferentes sendo uma das primeiras e poucas bandas brasileiras a aderirem ao glam rock.
Em fevereiro de 1974, fizeram um concerto no Maracanãzinho que bateu todos os índices de público jamais visto no Brasil - enquanto o estádio comportava 30 mil pessoas, outras 90 mil ficaram do lado de fora. Também em 1974 o grupo sai em turnê internacional, que segundo Ney Matogrosso, gerou oportunidades de criar uma carreira internacional sólida.
Em agosto do mesmo ano, é lançado o segundo disco de estúdio da banda, que tinha em destaque "Flores Astrais", único hit do disco. O lançamento do disco foi pouco antes do fim da formação clássica da banda, que ocorreu por brigas internas entre os membros. Talvez por este motivo o segundo álbum – que veio sem título, e com uma capa preta – não tenha feito tanto sucesso comercial como o primeiro.

Após o fim do grupo Secos & Molhados, os três membros seguiram em carreira solo. Ney Matogrosso lançou no ano seguinte, em 1975, seu primeiro disco solo com o nome de "Água do Céu-Pássaro" (recheado de experimentalismos musicais) e com o sucesso "América do Sul". João Ricardo lançou também em 1975 seu disco homônimo, mais conhecido por Disco Rosa/Pink Record. Gerson Conrad juntou-se a Zezé Motta e lançou um disco também em 1975.
João Ricardo adquiriu os direitos autorais sob o nome Secos & Molhados, após algumas brigas na justiça, e saiu à procura de novos músicos para que a banda tivesse novas formações.

A primeira formação após o fim do grupo em 1974 surgiu em maio de 1978, João Ricardo lançaou o terceiro disco dos Secos & Molhados com Lili Rodrigues, Wander Taffo, Gel Fernandes e João Ascensão. O terceiro disco foi lançado, e mais um sucesso do grupo – o que seria o último de reconhecimento nacional, e único fora da formação original – "Que Fim Levaram Todas as Flores?", uma das canções mais executada no Brasil naquele ano, o que trouxe o novo grupo de João Ricardo às apresentações televisivas.
No mês de Agosto de 1980, junto com os irmãos Lempé – César e Roberto – o Secos e Molhados lançaram o quarto disco, que não teve sucesso comercial. A quinta formação do grupo nasceu no dia 30 de junho de 1987, com o enigmático Totô Braxil, em um concerto no Palace, em São Paulo. Em maio de 1988 saiu o álbum "A Volta do Gato Preto", que foi o último da década.



Simplesmente sozinho, em 1999, João Ricardo lançou "Teatro?" mostrando definitivamente a marca do criador dos Secos e Molhados.
De acordo com o site oficial da banda, João retomou os trabalhos do grupo em junho de 2011 com a entrada de um novo integrante, Daniel Iasbeck. A dupla lançou em novembro do mesmo ano o álbum autobiográfico intitulado "Chato-boy". Em 2012 iniciaram nova turnê.
O nome foi criado por João Ricardo, quando, nas proximidades de Ubatuba, em um dia chuvoso, viu uma placa de armazém balançando anunciando o tema "Secos e Molhados". Isto lhe chamou a atenção, e antes mesmo do surgimento da banda, surgiu a ideia do nome e alguns outros conceitos que a consistiriam foram se formando. Eles passaram uma grande temporada em Crixás.


Discografia
  • 1973 - Secos & Molhados
  • 1974 - Secos & Molhados (II)
  • 1978 - Secos & Molhados (III)
  • 1980 - Secos e Molhados (IV)
  • 1980 - Secos & Molhados ao vivo no Maracanãzinho (1974)
  • 1988 - A Volta do Gato Preto
  • 1999 - Teatro?
  • 2000 - Memória Velha
  • 2011 - Chato-Boy

Fonte: Wikipedia

domingo, 5 de maio de 2013

Fuscapoços no 4º Encontro de Antigos em Águas da Prata

A Família Fuscapoços marcou presença no 4º Encontro de Antigos em Águas da Prata nesse belo domingo de sol, com a presença de 20 associados!















sexta-feira, 26 de abril de 2013

Rock - Peter Framptom


Peter Frampton (Beckenham, Kent, 22 de abril de 1950) é um músico britânico mais conhecido por seu trabalho solo nos anos 70 como roqueiro de arena. Tornou-se famoso, entretanto, como integrante do The Herd quando se transformou num ídolo das adolescentes na Grã-Bretanha. Frampton ficou famoso por ser o primeiro guitarrista a utilizar do recurso do talk box (ou guitarra falada), que seria anos depois, imitado por Slash (Guns n' Roses), Richie Sambora (Bon Jovi) e Dave Grohl (Foo Fighters). Ele então passou a trabalhar com Steve Marriott (dos The Small Faces) na banda Humble Pie, assim como em álbuns de Harry Nilsson, Jerry Lee Lewis e George Harrison. Sua estreia solo foi em 1972 com Wind of Change.

A explosão solo de Frampton veio com Frampton Comes Alive, seis vezes platina e que incluía os sucessos "Do You Feel Like We Do", "Baby, I Love Your Way" e "Show Me the Way".
Foi o álbum "ao vivo" mais vendido de todos os tempos. Depois que o álbum seguinte I'm in You foi lançado, Frampton envolveu-se em um sério acidente de carro nas Bahamas. Enquanto se recuperava, ele atuou em 1978, com os Bee Gees, no filme Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, um fracasso retumbante. Nos anos 80, Frampton voltou a gravar, mas só retornou às paradas de sucesso mundiais com "Breaking all the rules". Seu último álbum é Thank You Mr. Churchill, lançado em 2010.
Depois do atentado ao World Trade Center em Nova Iorque, Frampton decidiu tornar-se um cidadão americano. Ele teve papel ativo na campanha eleitoral de 2004 do candidato John Kerry. Recentemente Peter Frampton ganhou o seu primeiro Grammy pelo seu álbum totalmente instrumental "Fingerprints", lançado no fim de 2007 que conta com integrantes do Pearl Jam, Rolling Stones, Allman Brothers Band e outros.

 Desde bem pequeno, os pais de Peter perceberam que o menino tinha um ouvido fora do comum para música. Foi aí que, aos oito anos, o pequeno ganhou um Ukulele (guitarra havaiana) e aprendeu sozinho várias canções infantis. Também foi com essa idade que ele compôs sua primeira canção. Cliff Richards era um de seus músicos favoritos. Quando ganhou seu primeiro violão, aos nove anos, Peter começou a ter aula de violão clássico. Foi aí que ele aprendeu muitas técnicas que aperfeiçoaria mais tarde, em outro estilo de música. B. B. King e Buddy Holly era o que o menino ouvia e tocava fora de suas aulas.
Nessa época, Peter foi aceito como guitarrista em uma banda de seu colégio, onde os outros meninos eram bem mais velhos. Nessa banda também tocava David Jones, hoje conhecido mundialmente como David Bowie. Com 11 anos, Peter já montou sua própria banda e aos 14 já deu inicio a sua carreira profissional na banda ‘The Preachers’.
Em 1966, Peter se junta à banda “The Herd”, assinando no ano seguinte com a ‘Fontana Records’. “From the Underworld”, o primeiro disco, já fez com que o jovem Peter fizesse sucesso entre as jovens da época. Os seguintes CDs, “Paradise Lost” e “Lookin Thru You”, fazem que a histeria das meninas por Peter só aumente. Ele já não gostava mais de ser reconhecido pela beleza e não pela música e estava cansado de ter que satisfazer as vontades da gravadora. No ano de 1968, ele deixa a banda.
A banda “Humble Pie” foi formada em 1969. Foi lá que ele ‘amadureceu’ o estilo que viria a ser o seu marco mais tarde. Durante a maior parte do tempo em que Peter esteve na banda, ele era um dos cabeças. Mas já no início dos anos 70, três anos depois do início da banda, ele virou apenas o guitarrista, não tendo voz ativa em mais nenhuma decisão. Ele sai da banda dois meses antes do lançamento de “Performance – Rockin’ The Filmore”, que foi um sucesso absoluto.
Casado e morando em Nova York, Peter trabalhou como músico em um estúdio, participando de CDs de artistas como Harry Nilsson e George Harrison. O disco “Wind of Change” veio em 1972, ainda pela mesma gravadora de sua última banda, a A&M Records. Voltou a excursionar, desta vez com sua banda ‘Frampton’s Camel’, que também é o nome de seu segundo CD lançado no ano seguinte.

Frampton se divorcia, termina a ‘Frampton’s Camel’ e resolve tirar uns dias para descansar e pensar na carreira. Vai viajar com a nova namorada, e nessa viagem, compõe as duas músicas que transformariam sua vida e sua carreira. De manhã fez “Show me the way” e “Baby, I love your way” veio num fim de tarde. O seu próximo álbum “Frampton” foi quase que completamente gravado pelo próprio. Depois de pronto, seu empresário Dee Anthony percebe que o melhor é viajar muito com o show de Frampton e gravar um disco ao vivo. E foi o que aconteceu. Depois de incansáveis viagens abrindo os shows de ZZ Top, Black Sabbath, Rod Stewart e outros, é gravado em São Francisco o álbum duplo “Frampton Comes Alive”.
Só na primeira semana o disco já vendeu 1 milhão de cópias e do dia para noite, Frampton foi de show de abertura para atração principal. Esse disco é, até hoje, o disco ao vivo - e sem material inédito - mais vendido da história. O ano de 1976 foi dele.
Pelo sucesso do disco ao vivo, a gravadora já pressionou para que Peter gravasse um novo álbum. “I'm in you” foi lançado em 1977. Nesse mesmo ano, Frampton participa junto com os Bee Gees do fiasco cinematográfico “Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band”. Pouco tempo depois, ele tem alguns problemas pessoais e acaba sofrendo um acidente de carro que o deixa entre a vida e a morte. Para não cair no esquecimento, seu empresário coloca fotos e matérias sobre ele em várias publicações. O público se cansou dele.
Depois disso, ele descobriu que foi roubado pela equipe que cuidava de suas finanças e gravou um outro CD - “The Art Of Control” – que foi o último pela A&M Records, que o dispensou. Casou-se de novo e teve uma filha. Em 86 grava “Premonition”, com sua nova gravadora, a Virgin Records.
Quebrado e com trabalhos de pouco reconhecimento, uma noite ele se encontra com seu velho amigo Bowie, que o convida para participar de seu novo CD. Ele aceita e é reconhecido como o grande guitarrista que é.
Durante a gravação do seu próximo disco solo, seu amigo e parceiro Steve Marriott morre em um incêndio. E logo na sequência, ele se separa da sua segunda mulher. Peter, novamente, entra em depressão. Tempo depois ainda se junta com velhos amigos para novos lançamentos, mas nenhum deles ganhou grande atenção do público.

Em 1995 Frampton lançou "Frampton Comes Alive! II" que contém versões ao vivo de muitas canções de seus álbuns solo nos anos 80 e 90. "Frampton Comes Alive! II" foi acompanhado por um DVD, gravado no The Fillmore Theatre em 15 de Junho de 1995. Apesar do grande marketing para o álbum, ele não vendeu bem. Depois de "Frampton Comes Alive! II", ele gravou e saiu em turnê com "Bill Wyman's Rhythm Kings" e "Ringo Starr's All-Starr Band" onde Peter e Jack Bruce interpretaram uma versão cover de "Sunshine of Your Love" do Cream.


Em 2003, Frampton lançou o álbum "Now", e embarcou em uma turnê com a banda Styx. Ele também saiu em turnê com The Elms, e apareceu também em 2006 no "Fox Broadcasting variety show Celebrity Duets", em dupla com Chris Jericho do WWE Fame. Eles foram a primeira dupla na votação.

Em 12 de Setembro de 2006, Frampton lançou um trabalho instrumental intitulado "Fingerprints". Sua banda era formada pelo baterista Shawn Fichter, guitarrista Audley Freed, baixista John Regan (amigo de longa data de Frampton), pelo tecladista/guitarrista Rob Arthur, e artistas convidados como os membros do Pearl Jam, Hank Marvin, e seu baixista em "Frampton Comes Alive!", Stanley Sheldon - o único membro da banda de apoio daquela época, ainda vivo.
Em 11 de Fevereiro de 2007 "Fingerprints" foi premiado com o Grammy de Melhor Álbum Pop Instrumental. Em Fevereiro de 2007, ele também apareceu no show Soundstage no canal de televisão PBS de Chicago.

Frampton lançou seu décimo-quarto álbum de estúdio, "Thank You Mr. Churchill", em 27 de Abril de 2010. No verão de 2010 ele iniciou uma turnê pela América do Norte com a banda inglesa Yes; os dois atos tocados em um estádio revive um projeto conjunto em 1976; sua banda era composta por Rob Arthur (teclados, guitarra, backing vocals), John Regan (baixo), Adam Lester (guitarra), e Dan Wojciechowski (bateria).


Discografia
·         1972 Wind of Change
·         1973 Frampton's Camel
·         1974 Something's Happening
·         1975 Frampton
·         1976 Frampton Comes Alive
·         1977 I'm in You
·         1979 Where I Should Be
·         1980 Rise Up
·         1981 Breaking All the Rules
·         1982 The Art of Control
·         1986 Premonition
·         1989 When All the Pieces Fit
·         1992 Shine On
·         1994 Peter Frampton
·         1995 Frampton Comes Alive II
·         2000 Live in Detroit
·         2003 Now
·         2007 Fingerprints
·         2010 Thank You Mr. Churchill

Fonte: Wikipedia

sábado, 20 de abril de 2013

Encontro CF 20/04/2013


Nesta noite a Família Fuscapoços teve a honra e o prazer de receber e conhecer o Sr. Maxsuel, sua esposa Taís e sua filha Isabela. Maxssuel é atleta da Associação Atlética Caldense, com mais de 100 jogos pela Veterana. Além disso, também possui um Fusca 73, tirado zero pelo pai da Taís. Fomos presenteados com uma camisa oficial da Caldense, devidamente autografada pelo atleta, que recebeu um troféu e um relógio do Fuscapoços.





 Maxsuel, Marcelo Gimenez e amigos de Ipuiúna
 


domingo, 14 de abril de 2013

Encontro Fuscapoços 14/04/2013

Domingo de sol em mais um encontro do Fuscapoços:




 Novo associado: Luiz Fernando , de Poço Fundo-MG
 Mais um novo membro da Família: Lucas, de Andradas-MG