quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Rock - Dicas e comentários

Comentários sobre algumas notícias recentes: 


  • Começo comentando sobre o show do Twisted Sisters em São Paulo no dia 14/11(Via Funchal). Segundo notícias,  foi um sucesso. Creio que a saudade do público brasileiro, transformou o médio em supervalorizado. O Twisted, nos anos 80 foi uma banda média, mas repito que, diante do que rola pelo Brasil, tornou-se um evento dos mais concorridos. O destaque, sem dúvida, é o vocalista Dee Snider, com a indefectível maquiagem, voz potente e muita animação despejada na platéia. O destaque negativo ficou por conta da banda de abertura, Massacration, que faz sátiras do heavy metal. Tempo perdido.      

  • (Rafael Sartori - Redação TDM - site Rockonline) Uma das bandas mais criativas, inovadoras e interessantes do Rock, o Marillion já soma cerca de 30 anos de estrada. Com esse tempo todo de carreira e nenhuma pressão das grandes corporações, os ingleses atualmente gravam e lançam o que bem entendem. Acontece que os ingleses são chegados em álbuns ao vivo, coletâneas e projetos similares. O lançamento mais recente, “Less is More”, vai nessa linha. Trata-se de um álbum acústico com um repertório abrangendo os últimos 20 anos da banda, desde que Steve Hogarth assumiu os vocais.
  • Como o título entrega, as músicas detalhistas, cheias de efeitos e timbres, símbolos do Rock Progressivo, são executadas agora no melhor estilo voz e violão, com eventuais pianos, baixo e bateria. Hogarth é um rapaz talentoso e um ótimo vocalista e “Less Is More” parece que tenta provar isso para os fãs. Sim, porque muita gente simplesmente não o suporta e clama até hoje pela volta de Fish, o vocalista da formação original. Mas essa estratégia não dará certo. Se você gosta do Marillion com Hogarth, vai se deliciar em ouvi-lo cantar “Go”, “Out of This World”, “The Space...”, “If My Heart Were a Ball” e “Memory of Water”.
    Caso seja um dos que não tenham aprovado sua entrada no grupo mesmo depois de duas décadas, apenas se irritará com seus trejeitos e o tom depressivo das canções. “Less Is More” traz belíssimos arranjos e algumas versões de fato ficaram boas. É uma pena que a única inédita do álbum, “It’s Not Your Fault”, seja tão chatinha.                                                                                                                      -Meu comentário vai em forma de saudosismo: para quem ouve "The Thieving Maggpie" ou "Misplaced Childhood" até hoje, fica difícil engolir um vocalista como Steve Hogarth. 

  • Algumas notícias, apesar da conotação triste, me deixam muito "feliz", como a recente dissolução do Oasis. Meus comentários? Já foi tarde! Ou melhor: que falta fará?